Nascer

© Luanda M.S. Cabral
                       
                              Mas a verdade é que eu precisei nascer novamente; entrar no meu 'território', desvendar meus segredos, lutar contra meus medos, desviar os olhares e concentrar-me no que há dentro de mim. E nesta viajem que fiz no meu interior descobri vários caminhos: uns me traziam paz e outros me torturavam. Pude ter algumas escolhas: umas me roubavam e outras me devolviam. E pude entender muitas coisas...

"Entendi que existem vários tipos de pessoas:
Umas nos roubam, nos tiram a paz, nos perseguem, nos invejam e por vários e inúmeros motivos insistem em perturbar a nossa mente;
Outras nos devolvem, a paz, a alegria, os sorrisos, o amor, a bondade e a cumplicidade."
                              Mas, nós só saberemos se seremos bons mesmo, quando estas que nos roubam vierem nos confrontar, assim se faz a luta, pois é diante de nossas fraquezas que nos tornamos fortes. Se estivermos fracos, nós permitiremos que essas que nos roubam venham realmente tirar a nossa paz; Se não nos conhecermos realmente, e sabermos quem somos, entraremos neste jogo contínuo de infelicidade e pegaremos a corda a enrolar em nosso próprio pescoço. Não importa, aquilo que aqueles que lhe roubam pensam, afinal, estes não lhe amam! Então, para quem é que deveremos dar a devida importância: Para as pessoas que amamos e aqueles a quem nos amam.
                               A partir daí, você passa a perceber muito mais ao seu redor e analisar realmente quais são as atitude das pessoas, e vai mais além, passa a reparar como você mesmo age diante dessas situações, vai vendo que os seus limites de compreensão vão alargando, pois consegue lidar com seus próprios limites. Entende que se não sabe lidar com os limites alheios, é porque não sabe lidar consigo mesmo. Resultando na rejeição do próprio EU. Pois, em todas as vezes que você buscar no outro o que lhe falta, você perde inúmeras vezes as chances de se descobri e mergulhar no 'maravilhoso mundo de mim mesmo'. Além de que, se eu, me achar no direito de fazer do outro uma representação daquilo que me falta, tarei me tornando em uma pedaço de mulher imatura.
                               E este processo, eu denomino: Nascer.
(Luanda M.S. Cabral)



1 Sonhadores:

Daniela Rodrigues disse...

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