Às margens da sociedade

© Luanda M.S. Cabral
Eu vejo tristeza e junto dela a pobreza
O que dela é triste é a falta de esperança
A igenuidade da criança que não sabe nem manusear um livro,
Porém do tamanho do seu umbigo são suas chances de sobreviver
Eu vejo a pobreza de boas informações
Dentro delas as ações, que faz emergir de um mundo pior para um mundo desprezível
Onde quem tem mais é exaltado
Quem tem menos humilhado
Eu vejo mãos batalhando, pais roubando,
Filhos presos, pessoas traficando,
E no mínimo de dignidade que se cria em si
Fazem do ilícito a festa da soberba para se iludir
Eu vejo espectativas de vida todas desreguladas e homens
Pensando que são deuses
Tirando vidas deixando famílias desoladas, na falta de quem não nos faltará!
E os meus olhos não cansam de ver,
Mais meu coração a cada dia fica fadigado de viver neste mundo tão submundo,
E por vezes em grandes proporções injusto...sub-humano...Imundo.
(Luanda Melo)

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