Devaneios Mentais

© Luanda M.S. Cabral
Em momentos oportunos minha consciência pesa
Julgamentos tão marcantes, que me colocam a frente de um juízo bem complexo
Não é fácil me encarar, não é fácil me julgar.
O advogado fica as vezes sem argumentos, tão flágelas são as imputações
Que os fatos se tornam notórios, não havendo indagações!
Quando se tenta recorrer, a esperança que há, é de uma chance se dar, pra não morrer
Pois se ainda tem vida pra levar, tem caminhos a percorrer
Não se sabe se dessa vez acertará, mais consciente estarei.
Eu que vivo a me julgar, não por muitas vezes, consigo me entender
Por que comigo fico a martirizar, se desse sentimento não quero sofrer
Mais talvez queira agradar aos outros que me rodeiam
Um pouco pra um, e outro aculá, infeliz eu me tornei
No sentido que é viver, assim eu sei que não dáMais eu quero é saber o por que eu me julgar???Dos meus atos bem indescentes, eu me lembro com pesar
Já não quero os repetir,
O que falta é eu me perdoar.
(Lua Mel)


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